quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Jair Bolsonaro e o papel da direita


Jair Bolsonaro pode não ser o melhor político do Brasil, pode não ser o melhor candidato à presidência, pode não ser a melhor pessoa, mas é inegável que, querendo ou não, ele representa um símbolo de uma resistência conservadora no país. E isso não tem nada a ver com fanatismo ou idolatria. Bolsonaro é um ser humano como outro qualquer, com seus defeitos e virtudes, e é também uma liderança política a qual temos. E sim, ele é mito nesse sentido.
Você pode até mesmo pensar que ele às vezes fala demais com o estômago, pode discordar da maneira como ele apresenta suas propostas, pode achar tímida a sua atuação como deputado, pode discordar de algumas de suas ideias, mas se tiver algum candidato conservador melhor, que ao mesmo tempo defenda uma economia liberal, e que seja uma pessoa de trajetória política reta melhor que o Bolsonaro, que pelo menos sabe admitir os seus erros, então apresente-me um outro nome melhor. É o que nós temos. Não estamos em condições de escolher.
Donald Trump também não era o melhor candidato para os EUA, mas foi o que deram para eleger. Ser anti-Bolsonaro por conta de alguns pontos particulares é extremamente nocivo para a possível direita brasileira.

Célio Azevedo.
Cientista Político

Algumas interpretações musicais


A música "Vida Sofrida" de maneira alguma foi inspirada em minha vida, que é muito boa por sinal, pois vivo de maneira premium como um bon vivant que posso. Essa música é uma alegoria da vida do brasileiro comum, trabalhador e pagador de impostos, de real vítimas de uma sociedade com a mentalidade esquerdista e desonesta. De maneira mais clara, a música critica o chamado "jeitinho brasileiro". Nunca foi algo sobre mim.

Um outro exemplo disso é a "Do it Again!", que também não é biográfica, pois não uso drogas. A droga na música é uma metáfora para se referir a qualquer vício que uma pessoa possa ter, a qualquer situação viciosa, como por exemplo "comprar demais". Assim como "Ponto de Fuga", que fala sobre o bem e o mal. O brasileiro precisa entender que nem sempre a música é autobiográfica.

Uma das poucas músicas autobiográficas que possuo é a "Paixão Passageira". Afinal, toda paixão é passageira e nessa canção em particular possui o sujeito "Eu".

Célio Azevedo.

Casa da Matriz


A Casa da Matriz já foi uma ótima boate para se ouvir rock alternativo e fazer novas amizades. No entanto, como tudo que é bom no Brasil sempre estraga, depois de 16 anos frequentando, acabou.

Ontem foi a última vez que fui nessa casa.

Célio Azevedo.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Célio Azevedo - Uma breve biografia musical


Célio Azevedo é um músico que compõe, canta, além de ser multi-instrumentista. Está em atividade desde 1999, quando formou a banda autoral "Scout", como vocalista, cantor, guitarrista e letrista. 

Posteriormente em 2003, criou nos mesmos moldes a banda de rock alternativo "Prematório", que seguiu-se até então. Atualmente, está em carreira solo.

Natural do Rio de Janeiro, é jornalista e possui um site que publica desde temas como música até economia e política internacional.

http://www.jornalistacelioazevedo.blogspot.com.br/

Suas influências musicais são Beatles, Blur, Sonic Youth, Radiohead, entre outros.

Além de músico e jornalista, Célio Azevedo ainda atua nas atividades como produtor musical, analista político, poeta e escritor.

Seu canal de vídeos oficial é:

Ler mais: http://celioazevedomusicas.webnode.com/